quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Uma breve sobre eclipses solares: por que são perfeitos?

Belíssimo eclipse ocorrido em 2006.
Quem nunca na vida parou para admirar algum fenômeno natural? Uma chuvinha serena que seja? Ainda no campo meteorológico passamos por tempestades, tornados entre outros.

Nada como observar a Lua e o Sol quando poentes, ou observar as estrelas que cintilam no "firmamento" a milhares de anos-luz. Um dos fenômenos astronômicos  que não observamos com frequência são os eclipses solares, que embora ocorram a cada seis lunações aproximadamente não podemos apreciá-los de qualquer lugar do mundo.

Com uma certa periodicidade ocorre o eclipse solar total, quando a Lua passa pelo no tempo exato o  Sol fica totalmente coberto pela Lua. Lembrando  porém que tal fato não acontece no periélio.

Depois de muita admiração nos vem uma dúvida comum, em um Universo com centenas de bilhões de galáxias, e essa nossa com centenas de bilhões de estrelas, onde leis de todas as formas até a última dimensão permitida pela teoria das cordas comandam o Cosmos, por quê temos um fenômeno em que dois corpos celestes se alinham em relação ao nosso planeta a ponto de que fiquem com o mesmo tamanho aparente? Vejamos porque. A Lua é quatrocentas vezes menor que o Sol, 3 474 km de diâmetro contra 1 392 000 km do Sol, que por sua vez está a quatrocentas vezes mais perto da Terra que  Sol. Tal peculiaridade permite que, segundo o Teorema de Tales, esses corpos de mesmo formato apareçam ocupando o mesmo espaço no nosso campo de visão no "firmamento". Marte  não tem esse privilégio, seus satélites naturais, Phobos e Deimos, além de serem pequenos demais não têm formatos esféricos.

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