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| Belíssimo eclipse ocorrido em 2006. |
Quem nunca na vida parou para admirar algum fenômeno natural? Uma chuvinha serena que seja? Ainda no campo meteorológico passamos por tempestades, tornados entre outros.
Nada como observar a Lua e o Sol quando poentes, ou observar as estrelas que cintilam no "firmamento" a milhares de anos-luz. Um dos fenômenos astronômicos que não observamos com frequência são os eclipses solares, que embora ocorram a cada seis lunações aproximadamente não podemos apreciá-los de qualquer lugar do mundo.
Depois de muita admiração nos vem uma dúvida comum, em um Universo com centenas de bilhões de galáxias, e essa nossa com centenas de bilhões de estrelas, onde leis de todas as formas até a última dimensão permitida pela teoria das cordas comandam o Cosmos, por quê temos um fenômeno em que dois corpos celestes se alinham em relação ao nosso planeta a ponto de que fiquem com o mesmo tamanho aparente? Vejamos porque. A Lua é quatrocentas vezes menor que o Sol, 3 474 km de diâmetro contra 1 392 000 km do Sol, que por sua vez está a quatrocentas vezes mais perto da Terra que Sol. Tal peculiaridade permite que, segundo o Teorema de Tales, esses corpos de mesmo formato apareçam ocupando o mesmo espaço no nosso campo de visão no "firmamento". Marte não tem esse privilégio, seus satélites naturais, Phobos e Deimos, além de serem pequenos demais não têm formatos esféricos.

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