Mostrando postagens com marcador eleição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eleição. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de abril de 2017

Os venenos da reforma política

Wederson Geovane de Paula, Lavras.

A Reforma Política

Está em pauta no noticiário político a reforma política. Inegavelmente a operação Lava-Jato mexeu com as estruturas políticas e muitas frutas podres estão condenadas a cair. Seja pela Justiça ou pelo voto. O peso causado pela gravidade dos crimes cometidos não deixará a classe política intacta.

Analogia da corrente sobre lista aberta e fechada.
Movidos pelo medo de perder o poder os caciques partidários tem dois venenos contra a revolta popular. O primeiro deles é o sistema de lista fechada. Para manter o status quo de figuras reconhecidas e deixar o eleitor refém do jogo político. Em segundo lugar, mas não menos nocivo, o voto distrital, cujo o objetivo é evitar o sucesso de aventureiros solitários e suprimir representação de minorias. Infelizmente essas duas reformas vão passar e a população pouco sabe sobre isso.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Como se escolhe o presidente dos EUA?

Wederson Geovane de Paula, Lavras.

A cada quatro anos temos eleições para todos os cargos políticos do Brasil divididos em dois grupos de eleições, as eleições gerais, que elegem cinco cargos, e as eleições municipais que elege prefeitos e vereadores. No mesmo ano em que as eleições municipais ocorrem no Brasil também ocorrem eleições nos Estados Unidos da América para ocupar a Presidência da Federação e para um terço do Senado Federal Americano.

Presidentes vivos George H. W. Bush (pai), Barack Obama,
George W. Bush, "Bill" Clinton e "Jimmy" Carter.
Um pouco diferente das eleições na maioria das grandes repúblicas com turno único, nos Estados Unidos o presidente eleito não é necessariamente o candidato que obteve maioria ou pluralidade dos votos do eleitorado popular. Nos Estados Unidos o Presidente é eleito por maioria em um colégio eleitoral a mando dos eleitores.

Devido ao caráter federativo dos Estados Unidos as populações dos estados da federação decidem qual dos candidatos assumirá o posto maior. No ano de 1776 pelo Tratado de Paris o Reino da Inglaterra reconheceu a independência dos estados de Massachusetts, New Hampshire, Rhode Island, New York, Connecticut, New Jersey, Pennsylvannia, Delaware, Maryland, Virginia, North Carolina, South Carolina e Georgia. Estes treze estados independentes formaram uma federação a fim de cuidar de assuntos necessariamente nacionais como tratados de comércio, organizar um exército entre outras.